CCB Hinos - Topicos de ensinamentos 1995 60 Assembleia

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Abaixo a lista de ensinamentos da CCB Congregação Cristã no Brasil




Tópicos de ensinamentos 1995 - 60 - Assembléia



CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

60ª ASSEMBLÉIA - 1995

60ª ASSEMBLÉIA – 1995 -RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 10 A 14 DE ABRIL DE 1995

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO.

Atenção: Somente os tópicos assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 - PIRÂMIDES E CORRENTES DA FELICIDADE.

"Pirâmides" e "Correntes da Felicidade" são procedimentos que estão se alastrando, prometendo dinheiro fácil aos participantes, mas estão fora da lei. A irmandade não deve participar, nem se envolver nessas coisas.

* 2 - NOVIDADES - NÃO USAR DE VÃS REPETIÇÕES.

Em muitas localidades a irmandade costuma repetir várias vezes as mesmas expressões, nas orações e nos testemunhos, tais como: "Gló­ria ao Cordeiro", "Santo é o Cordeiro", "Bendito é o Cordeiro" e assim por diante. Nós sabemos que a pessoa está se referindo ao Filho de Deus, mas as almas novas não sabem o que significa e podem ficar em confusão. É necessário dar Glória a Deus, Glória ao Senhor Jesus, Glória ao Cordeiro de Deus.

* 3 - LER O RESUMO DA CONVENÇÃO PARA A IRMANDADE.

O Resumo da Convenção de 1936 e 1948 precisa ser lido e expli­cado, periodicamente nas congregações, principalmente nos cultos em que houver poucos testemunhos. Outrossim, a irmandade deve ser in­centivada a ler os Artigos de Fé constantes dos Hinários.

4 - NÃO SE DEVE FAZER VELÓRIO NAS CONGREGAÇÕES.

A Congregação é lugar de vivos e não de mortos. Não se deve trazer defuntos para serem velados nas dependências das congregações. Temos que ter uma medida só para todos, sem exceção.

5 - SALAS DE ORAÇÃO EM RESIDÊNCIAS - REQUISITOS.

Há muitas salas de oração em residências, principalmente em sobrados, nas quais se reune um número de pessoas muito maior do que a capacidade do local pode comportar, colocando em risco a segurança de todos.

Não é conveniente autorizar a realização de reuniões em sobra­dos, para salvaguardar a integridade física da irmandade e a responsa­bilidade da Congregação. Mesmo em salas térreas, é aconselhável que um irmão engenheiro faça uma avaliação prévia sobre os requisitos mínimos de segurança e higienização.

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* 6 - REUNIÕES DA MOCIDADE E CULTOS - NOVIDADES.

Em muitas localidades está aparecendo um costume no meio da mocidade, e também em alguns cultos: terminada a reunião, ou o culto, diversos irmãos, ao se saudarem, permanecem abraçados, de rosto colado, manifestando, como se quisessem transmitir a Promessa do Espírito San­to de um para outro. Esse costume não é bom e causa má impressão.

Entrou um costume de, após as orações, irmãos ficarem de pé, indagando se alguém tem qualquer coisa para manifestar. Isto é uma novidade que deve ser corrigida.

* 7 - ESPERTALHÕES.

Em várias localidades surgem espertalhões que procuram explo­rar a irmandade. O povo deve ser ensinado a não dar dinheiro a qual­quer um que aparece chorando ou contando uma história triste, ou testemunhos fantásticos, mesmo alegando que vem em nome de algum servo de Deus. A recomendação é: não se dá crédito a quem pede. O povo de Deus nada pede, mas apresenta ao Senhor suas necessidades e Ele as su­pre.

8 - NÃO DEVE EXISTIR PREGAÇÃO A FAVOR DA DISCRIMINAÇÂO RACIAL.

No Estatuto da Congregacão consta que, em nosso meio não existe qualquer distinção racial. Os servos de Deus devem ter bastante atenção e prudência nas pregações, para não errar. Todos somos filhos de Deus e nos amamos, igualmente, no amor de Cristo.

Devemos estar atentos também nos testemunhos, ensinando e cor­rigindo, sempre que for necessário. Não há discrimnação racial na Congregacão Cristã no Brasil.

9 - PORTADORES DE MOLÉSTIAS INFECTO-CONTAGIOSAS - NÃO CONFUNDIR CAUTELA COM SEGREGAÇÃO

Quando os servos de Deus souberem que há em nosso meio algum doente portador de moléstia infecto-contagiosa, como a tuberculose e, principalmente, essa terrível enfermidade que é a AIDS, deverão aconselhá-lo, em particular, com bastante amor e carinho, a sentar-se no último banco e procurar sair um pouco antes do encerramento do culto.

Também na Santa Ceia essas pessoas devem participar por último, após toda a irmandade e os servos já terem participado. Quanto aos testemunhados nessas condições, que desejam ser batizados, deve-se procurar, sempre que possível, fazer um batismo especial, pois, num batismo geral, mesmo que for deixado para o fim, nem sempre se consegue garantir que o enfermo seja o último a ser batizado.

Não se deve confundir essas cautelas necessárias com segregação, de qualquer espécie.

10 - SANTA CEIA - ORAÇÕES PELO PÃO E PELO CÁLICE.

Na Santa Ceia o servo de Deus que ora pelo pão tem que apresentá-lo a Deus como símbolo do corpo do Senhor Jesus, que foi morto pelos nossos pecados. O servo que ora pelo Cálice deve apresentá-lo como símbolo do sangue de Jesus Cristo, que por nós foi derramado. Não se deve misturar o pão e o Cálice em uma mesma oração; cada qual apre­senta a sua parte.

Na Santa Ceia, após cada rodada de distribuição toca-se só uma estrofe do Hino, sem o coro, ficando este para a rodada seguinte.

Não se celebra a Santa Ceia em presídios, por não ser permiti­da a entrada, nesses locais, de bebida alcoólica.

* 11- IRMÃ QUE CUIDA DOS SANITÁRIOS, DURANTE O CULTO, PERMANECE COM O VÉU NA CABEÇA.

Essa irmã não é obrigada a ficar todo o tempo nos sanitários. Ela fica no culto e, quando percebe que alguma desordem ou alguma irmã precisa de auxilio, nos sanitários, ela vai, faz o que for preciso e volta para o seu lugar, no culto.

12 - APARELHOS DE SOM NOS QUARTINHOS E SANITÁRIOS NAS CASAS DE ORAÇÃO

Já tivemos ensinamento de que não se deve colocar alto-falan­tes nos quartinhos e sanitários das casas de oração. Esses não são locais apropriados para se ouvir a pregação da Palavra de Deus. ­

* 13 - FORMA CORRETA DE ORAR.

Quando oramos devemos dirigir-nos ao Pai, Em Nome do Senhor Jesus. Em são Mateus, cap. 6, vº 9, vem dito: "Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome". O próprio Senhor Jesus disse: "Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar". (S. João, cap. 16, vº 23). Terminamos a oração agradecendo a Deus, Em Nome do Senhor Jesus.

* 14 - NATUREZA E FINALIDADE DOS CULTOS - INVOCAÇÃO E ADORAÇÃO A DEUS.

Quando celebramos os cultos de louvor a Deus estamos invocando e adorando a Sua majestade altíssima. Nos santos cultos cantamos os Hinos, oramos, testemunhamos, o Senhor fala conosco pela Sua Santa e Bendita Palavra e, por fim, agradecemos a Deus. Por isso devemos ter toda a reverência e temor. Vem dito em Eclesiastes, cap. 5, verso 1º: "Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus".

15 - JULGAMENTO DE CASOS.

Nos julgamentos dos casos os irmãos do ministério não devem divergir de pensamento entre sí, na presença dos que estiverem sendo julgados, mas, após ouví-los, pedir que se retirem da sala de reunião e aguardem do lado de fora, até serem chamados novamente.

Ao julgar casos é sempre necessário ouvir ambas as partes.

­16 - SERVIÇO ESPIRITUAL NOS FUNERAIS - ÓSCULO SANTO.

O serviço espiritual a ser feito em funerais, deve ser julgado de acordo com o momento. Iniciamos o serviço Em Nome do Senhor Jesus, cantamos um Hino e

oramos; pregamos a Palavra, fazemos a oração de a­gradecimento, cantamos mais um Hino e encerramos o serviço. (Sempre que a família esteja de acordo que se cante). Nos funerais não deve­mos nos saudar com o ósculo, devido à aglomeração de pessoas estranhas à nossa fé.

Fazemos a oração de joelhos em velórios nas residências, nos velórios públicos e nos hospitais.

17 - REUNIÕES PARA JOVENS E MENORES.

Anciães e Cooperadores devem visitar periodicamente as reu­niões de jovens e menores. Exortar os pais a mandarem seus filhos às reuniões. Os servos de Deus devem dar o exemplo, mandando seus filhos. Ensinar as crianças e os jovens a se saudarem com o ósculo.

* 18 - IRMÃOS QUE SE DIZEM PROFETAS E ALEGAM ESTAR EM MISSÃO.

Há irmãos e irmãs que se dizem profetas e alegam estar viajando em missão, partindo de São Paulo ou outras localidades, movimentam­-se por toda a Obra de Deus, trazendo perturbação. Não devem ser recebidos, nem pelo Ministério, nem pela irmandade. Não se lhes deve oferecer o púlpito para presidir cultos ou testemunhar. Tais falsos profetas costumam também se introduzir nas casas fazendo orações prolongadas até altas horas e profetizando.

Os irmãos do Ministério devem ficar atentos e impedir a atua­ção de quem assim procede.

* 19 - CARTAS DE APRESENTAÇÃO - MISSÕES.

Não se deve dar carta de apresentação a quem queira viajar a pretexto de missão com exceção dos que têm ministério e quando o as­sunto passa por reunião ministerial, sendo aprovado em oração. Muitos têm acarretado transtornos incalculáveis, pretendendo reabilitar des­viados, elementos desligados da comunhão da Igreja. Outros, lançam confusões nas famílias, separando casais, desfazendo noivados e escan­dalizando a muitos.

Somente damos carta de apresentação a quem tenha bom testemu­nho, cujo motivo de viagem seja mudança, estágios para trabalho ou es­tudos.

* 20 - CHAMAR OS HINOS NOS CULTOS.

Quem chamar Hino para ser cantado nos cultos, deverá levantar­-se e falar algarismo por algarismo, para melhor compreensão do servo que estiver presidindo.

* 21 - "CREADOR" E "CRIADOR".

A Palavra "Creador", com "e", refere-se a Deus, mas é forma arcaica, não existe mais nos dicionários da língua portuguesa. ­

A forma atual é "Criador", com "i". Esta palavra tem dois sentidos básicos: fazer aparecer do nada - que foi como Deus fez, criando todas as coisas, visíveis e invisíveis - e criar, no sentido de tratar, cuidar, alimentar.

Portanto, usar a forma "Criador", referindo-se a Deus, está correto, como é empregado na Bíblia e em nosso Hinário.

Muitos irmãos fazem perguntas a esse respeito. O presente tó­pico esclarece a irmandade

22 - EXAGEROS NAS PREGAÇOES.

Os irmãos do ministério da Palavra devem ter muita prudência com o que pregam diante do povo, deixando-se guiar inteiramente pele Espírito de Deus.

Palavras de libertação, promessas, marcando datas, dando pra­zos, incitando a irmandade à gritaria e atraindo-a para sí, estão rou­bando a glória de Deus. Alguns repetem várias vezes: Deus me manda falar, Deus me mostra, etc.

Devemos nos ater a pregar a doutrina, a fé e o temor de Deus. Assim, estaremos conduzindo o povo a Cristo e à salvação da alma, cer­tos de que, na obediência Deus os abençoará, libertará, guardará e os fará prosperar em tudo. (vide Salmo 112)

* 23 - IRMÃS CANDIDATAS A ORGANISTAS - ELIMINADOS OS TESTES PARA A MEIA HORA.

Não há mais teste para se tocar a meia hora. Quem toca duran­te a meia hora, antes de iniciar o culto, são as irmãs que já fizeram teste para as reuniões de jovens e menores e são batizadas, ou aquelas que já tocam nos cultos oficiais. As irmãs que já fizeram o teste para a meia hora e estão tocando, podem continuar.

* 24 - TROCA DE INSTRUMENTOS NAS ORQUESTRAS.

Os músicos não devem trocar de instrumento, a não ser nos se­guintes casos: por deficiência física, por falta de condições técnicas ou pela necessidade da orquestra. Mesmo assim, em qualquer dessas hi­póteses deverá haver prévia autorização do ministério e submeter-se o músico a novo exame pelo método do instrumento que for tocar.

25 - ENCARREGADOS REGIONAIS - PARA ATENDEREM OUTRAS REGIÕES, DEVEM PASSAR POR REUNIÃO MINISTERIAL.

Os encarregados regionais foram colocados por Deus para aten­der cada qual a sua região. Atendimentos a outras regiões devem pas­sar por reunião ministerial.

26 - COLETAS.

Conforme já doutrinado desde o princípio e consta no Estatuto, as coletas são voluntárias e anônimas. Portanto, a irmandade é livre para cooperar conforme se sentir da parte de Deus. As coletas oficiais são: para construção, obra da piedade e viagens missionárias, a­lém das que se fazem com envelopes (compra de terrenos, despesas com a Assembléia). Em algumas localidades a coleta para manutenção é desta­cada da coleta de construção. Na Congregação não deve haver marcação daquilo que a irmandade vai cooperar: ofertas de dinheiro ou materiais.

COLETA PARA FUNDO MUSICAL - Esta coleta destina-se à compra de instrumentos musicais para as localidades necessitadas. Ela é feita somente nos ensaios musicais regionais. Não deve ser anunciada entre a irmandade.

COLETAS NAS REUNIÕES DA MOCIDADE - Estas coletas destinam-se à Obra da Piedade.

COLETAS NAS REUNIÕES DE JOVENS E MENORES - Estas coletas têm a destinação específica que os jovens e menores sentirem em cooperar.

27 - SISTEMA DE COLETAS FORA DE DOUTRINA.

Anotar o nome dos irmãos e o valor que darão na coleta, fazen­do listas, é fora de Doutrina. Disse o Senhor Jesus que não deve sa­ber a mão esquerda o que faz a mão direita. Todos temos que ter um só sistema, que é dar o valor na mão dos irmãos que recebem, mencionando qual a finalidade.

28 - VIAGENS.

Conforme deliberação, somente são consideradas missões quando é orado e confirmado pelo ministério. Muitos servos, atendendo a con­vites, participam de reuniões ministeriais em outras regiões e assumem compromissos de atendimentos, sem conhecimento da reunião regional a que pertencem. A quem compete custear tais despesas? - Outros ser­vos, espontânea e periodicamente, viajam para cidades do Brasil e anunciam nas congregações solicitando roupas, calçados, dinheiro, etc. ­Somos ensinados a fazer essas solicitações somente quando aprovadas em reunião.

29 - ENDOSSOS - AVAIS - APRESENTAÇÃO.

Os irmãos de ministério, particularmente, devem evitar de se­rem endossantes, avalistas, apresentadores, etc., a fim de não se com­prometerem.

* 30 - VISITAS A ENFERMOS.

Alguns grupos de visita, servos e irmandade não têm o devido cuidado, pois demoram-se nas mesmas e fazem longas orações em voz muito alta, isto em hospitais e em casas de família. Deve-se considerar que o enfermo precisa descansar, fazer sua higiene e, muitas vezes, a família não é crente.

* 31 - DECLARAÇÃO PARA APOSENTADORIA.

Em algumas regiões foi solicitado que a pessoa conseguisse uma declaração da Congregação, alegando que ela é membro, para, assim, obter aposentadoria pelo INSS ou FUNRURAL. Pelo nosso Estatuto, não há registro de membros. Assim, tal declaração não pode ser fornecida.

32 - REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS - ADMINISTRAÇÕES PARTICIPANTES.

Em reuniões ministeriais regionais devem participar os administradores locais e os administradores das cidades pertencentes à região, quando houver assuntos administrativos a respeito delas.

33 - CARGOS VAGOS DE TITULAR DA ADMINISTRAÇÃO - PREENCHIMENTO

Vagando o cargo de Presidente, Secretário ou Tesoureiro, o mesmo será preenchido pelo respectivo vice. Se na Administração não houver vices, ora-se a Deus para se colocar outro irmão no cargo vago. O novo titular preencherá o tempo faltante para completar o triênio de quem está sendo substituido.

34 - ASSEMBLÉIAS GERAIS ORDINÁRIAS E/OU EXTRAORDINÁRIAS - PRESIDÊNCIA

Na falta do Presidente da Administração, quem preside as Assembléias Gerais Ordinárias ou Extraordinárias é o substituto legal do Presidente e não o Ancião que abriu o culto. (artigo 27, parágrafo único do Estatuto).

* 35 - RELATÓRIO.

A Administração São Paulo fará constar no Relatório as seguintes siglas: I.P. - para Imóveis Próprios, e C.P. - para indicar Construções Próprias, porém, em terrenos que ainda não possuem escritura definitiva.

36 - EXTINÇÃO OU INCORPORAÇÃO DE UMA ADMINISTRAÇÃO.

Ocorrendo a extinção ou incorporação de uma Administração, devem ser observadas as obrigações legais e fiscais (Ata, Baixa do CGC, Transferência do Patrimônio, etc.).

37 - ADMINISTRAÇÕES NOVAS.

Considerar a real necessidade de constituição, e se há irmãos aptos para exercer os cargos. Quando forem constituídos, deverão ser acompanhadas por três anos pela Administração descentralizadora.

Remeter para a Administração São Paulo o questionário próprio, com informações da constituição da Administração, para fins de cadastro.

* 38 - CONSTRUÇÕES EM OUTRAS LOCALIDADES.

Grupos de irmãos voluntários através de seus responsáveis, de­vem verificar documentos de aquisição de titularidade e somente proce­der à construção atendendo os requisitos legais: planta aprovada, re­gistro do mutirão e INSS. A não observância da legislação do INSS a­carretará a cobrança da contribuição para a Previdência Social como se fosse mão de obra paga.

A Administração local é responsável e deverá acompanhar o andamento da obra e sua documentação. É aconselhável que, antes de se i­niciar uma obra, haja uma reunião prévia da Administração com o Minis­tério local, a fim de verificar todas essas questões e instruir os ir­mãos que irão trabalhar nessa obra.

39 - REUNIÃO REGIONAL DE ADMINISTRADORES.

O ministério da região deverá também participar dessas reu­niões, a fim de tomar conhecimento das orientações dadas aos adminis­tradores.

40 - PROCURAÇÕES.

Outorgar no mínimo a três irmãos, com fins específicos, sem poderes para substabelecer e com prazo determinado (artigo 23 do Estatu­to).

* 41 - ÍNDIOS.

Quem Deus enviar para evangelizar deverá limitar-se unicamente a pregar a doutrina, sem interferir nos usos e costumes e nem nas tra­dições dos índios.

42 - RESULTADOS DE BATISMOS - ESTATISTICA.

Os Anciães, ao apresentarem os resultados de Batismos deverão fazê-lo indicando o Estado a que pertencem as almas batizadas, para fins de estatística anual no Relatório Geral.

43 - DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA E RAIS.

A não entrega, em tempo hábil, destes documentos acarreta multa de 500 UFIR - hoje, R$ 353,05.

44 - CARTEIRA DE SEGURADO ESPECIAL - INSS.

Todo empregador rural deverá ser inscrito junto ao INSS na forma de segurado especial (Instruções junto às Administrações).

* 45 - ORAÇÕES DIZENDO QUE OS MÚSICOS AQUI DA TERRA SERÃO MÚSICOS NOS CÉUS - CORRIGIR.

Não existe na Palavra de Deus menção alguma de que os músicos aqui da terra serão músicos nos céus. Portanto, quem ora ou testemunha se referindo a este assunto, deve ser corrigido.

46 - REUNIÕES DE EVANGELIZAÇÃO E REUNIÕES FAMILIARES - ESCLARECER AS DIFERENÇAS E QUANDO PODE HAVER MÚSICOS

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Reuniões familiares são feitas por pequenos grupos em residências - Não há músicos. Cantam-se alguns hinos, ora-se e há a pregação de um trecho da Palavra. Podem ser feitas por irmãos sem ministério, mas com o consentimento deste.

Reuniões de evangelização são feitas em grupos maiores, com músicos. Cantam-se os Hinos, ora-se e há a pregação da Palavra. É para evangelizar as criaturas. O Ancião ou o Cooperador presidem.

* 47 - ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS.

O ensino religioso de matrícula facultativa, constitui-se em disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, conforme disposto no artigo 210 da Constituição Federal e artigo 244 da Constituição Estadual. ­

Pela dificuldade de apresentar professores habilitados, conforme resolução da Secretaria da Educação, na hora da matrícula declaramos que nossos filhos deverão ficar dispensados das aulas de religião, pois recebem educação religiosa todas as semanas, por uma hora e meia, nas reuniões de jovens e menores em nossas congregações.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 - REUNIÕES DE ENSINAMENTO.

Nestas reuniões devem comparecer os irmãos Anciães, Diáconos, Cooperadores, Administradores e irmãs do ministério da piedade. Deve-se tomar cuidado para não participarem irmãos alheios ao ministério.

Para haver estas reuniões, deve ser orado na reunião ministe­rial, com conhecimento do Ancião que atende a localidade.

2 - FREQUÊNCIA NAS REUNIÕES.

Nota-se a ausência de muitos Diáconos e irmãs do ministério da piedade nas reuniões, não dando o devido valor ao que receberam de Deus.

3 - APRESENTAÇÃO DE IRMÃS PARA O MINISTÉRIO DA PIEDADE.

A apresentação para oração em reunião ministerial deve ser em comunhão dos irmãos Ancião, Diácono e Cooperador da localidade.

Não deve ser forçada a apresentação de um familiar pelo próprio parente.

Com antecedência, deverá ser preenchido o formulário próprio, com as assinaturas do ministério (modelo anexo).

4 - REUNIÕES DE ATENDIMENTO.

Quando as irmãs se apresentarem na reunião para expor algum caso, uma delas deverá dizer "Deus seja louvado" e todos juntos responderão "Amém". Da mesma forma, ao se retirarem.

5 - VISITA A IRMÃOS NECESSITADOS.

Nessas visitas, uma das irmãs fará a oração, não havendo necessidade de se fazer a abertura da mesma, não prolongando e também evitando manifestação em alta voz.

6 - ESCRITA DA OBRA DA PIEDADE.

Os Diáconos são responsáveis pela escrituração da obra da pie­dade, mantendo-a em dia e em boa ordem. Se o Diácono não tiver condi­ções de fazê-la, deverá procurar cooperação de um irmão da administra­ção. Numa eventual irregularidade por negligência, o Diácono responsável responderá. Poderá também ser orientado por irmãos Diáconos de cidades próximas.

A Administração deverá receber um relatório mensal do movimen­to do mês anterior até o dia 10 (dez) do mês seguinte.

7 - ROUPAS PARA BATISMO DE IRMÃOS E IRMÃS.

Na medida do possível, cada localidade onde há batismos deverá ter quantidade suficiente de calções e toalhas para atendimento. Essa compra é de responsabilidade da Administração local. Observar que a cores do tecido não dêem transparência, de preferência cor cinza-escu­ro.

8 - ENTIDADES ASSISTENCIAIS PARTICULARES.

A obra da piedade não tem obrigação de auxiliar asilos, abrigos, orfanatos, etc. Só se fará quando Deus fizer saber e como Ele guiar.

9 - ABRIGO PARA IRMÃOS IDOSOS DESAMPARADOS.

Nas localidades que já possuem esses abrigos, serão mantidos, todavia, não se deve construir novos abrigos pois é elevado o custo para sua manutenção, pela observância às determinações legais.

10 - INTERNAÇÕES E FUNERAIS.

É de responsabilidade dos familiares as despesas com interna­ções e/ou funerais. Os irmãos Diáconos não devem ser forçados por ninguém a atender esses casos, devendo fazer tudo pela guia de Deus. ­

11 - ALMOXARIFADO DA OBRA DA PIEDADE.

Os irmãos Diáconos devem colocar irmãs responsáveis para cui­dar desse setor, colocando os materiais recebidos em seus devidos lu­gares, mantendo-os em boa ordem.

Para essa finalidade não devem ser colocadas irmãs que já exercem o ministério da piedade.

12 - NECESSIDADE DE ROUPAS, CALÇADOS, AUXÍLIOS, ETC.

Localidades carentes de roupas, quer sejam por pobreza ou calamidade, devem recorrer às regionais mais próximas; quando estas não puderem atender, deve-se procurar as cidades que periodicamente dão a­tendimento.

Os pedidos devem ser feitos por carta, com assinatura dos Diá­conos que atendem a localidade, conjuntamente com o ministério local (no mínimo três (3) assinaturas).

13 - MEDIDA REPREENSIVA CONTRA DIÁCONO OU IRMÃ DA PIEDADE.

Quando necessário fôr tomar medida repreensiva contra Diácono ou irmã da Piedade, deve-se, antecipadamente, participar aos Diáconos mais antigos da região, para em conjunto julgar o assunto, não determinando posição punitiva sem passar pela Reunião Ministerial Regional.
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