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Notícia de nossos irmãos que residem no Japão.



A Paz de Deus com todos.

Estou mais uma vez essa semana informando a situação que encontramos aqui.

A situação material em parte de mercadorias e combustível, já tem se normalizado. Isso na região onde moro que ficam quase 300 km de Fukushima (usina nuclear).
Porém no serviço, a situação está a mesma, muitas empresas estão paradas, devido a peças, inclusive de componentes eletrônicos que vinham dessas regiões do nordeste do Japão.

A empreiteira que trabalho, em umas das fábricas tivemos que dispensar todos os funcionários. A empreiteira que trabalho, 90% da mão de obra é brasileira. Tem uma parte na lei trabalhista que não colabora nessa parte, pois desastres naturais, caso fique parado, se a empresa não tiver condição de bancar os funcionários, ficam em casa, porém sem receber nada. Nisso a empreiteira entrou em acordo com o pessoal e assinamos a papelada de demissão, assim pelo menos recebem o seguro desemprego do país, não ficam em casa sem receber nada.

Graças a Deus, onde trabalho está funcionando um pouco. Porém continua o problema que disse aos irmãos. O pessoal brigando por causa de serviço; nisso tenho que dar um jeito para não deixar ninguém parado, pois tem muita gente com criança pequena, dívida, mas a nossa capacidade e o tanto de serviço que tem na fábrica, tem limite... Mas creio que estão orando por mim, pois nessa semana, Deus tem dado uma guia de colocar o pessoal em turnos intercalados, que deu para encaixar todos. Para poder passar essa fase, também sofri umas conseqüências no serviço, mas não é esse o assunto, e creio que Deus não deixará faltar nada, como tem dito em Sua Palavra.

Uma coisa que está me preocupando bastante é a irmandade, muitos estão indo embora, por ficarem com medo da situação, pois desde o dia 11 do mês passado, os tremores não estão parando, sempre dá uns 3 ou 4 terremotos por dia na região que moro. Hoje, se despediram uma família, e para o mês que vem tem mais 10 irmãos indo embora. O número aqui já é pequeno, e o povo indo embora assim, vai ficar bem difícil. Creio que a maior parte dos irmãos não sabe, mas aqui no Japão, 99% da Irmandade é o povo que vem do Brasil para cá, igual o caso de minha família.

O que me preocupa é que as salas de oração que temos aqui são todas alugadas, não temos prédio próprio, e aqui o aluguel é um dos mais caros do mundo, se da Irmandade for muita gente embora, perderemos o salão dos Cultos e teremos que voltar a alugar salas de Reunião das prefeituras, ou lugares que alugam para pequenos eventos.

Em questão da usina nuclear, o governo já tem a meta de quando vai fechá-las. Só está esperando concluir o esfriamento total das barras do material nuclear, pois se for desfazer de qualquer jeito, a situação e pior, pois o material começa a se desfazer no ar, numa velocidade rápida que vai alastrar radiação pra todo o lado.

A energia das salas de controle da usina já foram ligadas 80%. Só que não estão conseguindo ativar a energia das turbinas que circulam a água para refrigerar o tanque do material nuclear, pois tem uma grande quantidade de água com um nível altíssimo de radiação, que não tem como tirar para lugar nenhum.

Continuem orando nessa parte, para que Deus possa iluminar a mente desse povo para poder controlar logo a situação.

Deus vos abençoe em tudo.

Fonte:
Makoto Kanashiro

Postado em: 11/04/2011 | 13:57:57

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Comentários
  Nome: Aline Em: 28/03/2014 | 18:31:00 E-mail: - alinekrumm@klett.com
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"Amaterasu vivia em uma gruta, em companhia de suas criadas, que lhes teciam cotidianamente um quimono da cor do tempo. Todos os dias de manhã, ela saía para iluminar a Terra.

Responder para: Aline

 
  Nome: Edson Em: 24/03/2014 | 22:24:27 E-mail: - edsonduarte@yahoo.com
Comentários:
Dezembro 8 – Dia Deusa Amaterasu – Japão

Responder para: Edson

 
  Nome: Yasmim Em: 21/03/2014 | 12:38:55 E-mail: - yasmimgomes@hotmail.com
Comentários:
As lendas das deusas Holda, Perchta, Holle, Latvia, Habetrot - que puniam as preguiçosas com seus fusos - na verdade serviam como incentivo para que o trabalho fosse bem feito e prometiam recompensas para aquelas que se esmeravam na sua arte. A deusa padroeira das fiandeiras existiu em várias tradições como a egípcia (Ísis), alemã (Holle, Perchta), basca (Mari), lituana (Laima), italiana (Befana), eslava (Baba Yaga, Mokosh), japonesa (Amaterassu), grega (Ártemis, Athena), nórdica (Frigga), báltica (Saule, Sunna, Rana Neida), além da Rainha das Fadas de França, Espanha, Irlanda, Inglaterra.

Responder para: Yasmim

 
  Nome: Camile Em: 19/03/2014 | 17:33:20 E-mail: - camiledonim@dust.com
Comentários:
As Senhoras do Destino de várias tradições - conhecidas como as Parcas gregas, as Moiras romanas, as Nornes nórdicas ou as Rodjenice eslavas - tinham como símbolo mágico o fuso, a roda de fiar, os fios e a tessitura. Elas fiavam, mediam e cortavam o fio da vida, entoando canções que prediziam os destinos dos recém nascidos e apareciam como deusas tríplices ou tríades de deusas idosas, envoltas por mantos com capuz ou vestidas de branco, preto ou com idades diferenciadas pelas cores das suas roupas (branco, vermelho, preto). (FAUR)

Responder para: Camile

 
  Nome: Rosalina Em: 12/03/2014 | 21:29:08 E-mail: - rosalinanev@terra.com
Comentários:
O dom de tecer e fiar sempre inspirou os mais diversos mitos, as mais ricas narrativas.

Responder para: Rosalina

 
  Nome: Ruwan Em: 21/02/2014 | 17:12:51 E-mail: - ruwangonzeles@uol.com
Comentários:
A tecedeira de cabelos negros Contos Infantis

Há muito, muito tempo, na cidade de Quioto, vivia um samurai que estava casado com uma mulher bela, de bom coração, que era, além disso, uma excelente tecedeira. Quis o destino que o samurai perdesse o lugar que ocupava: o seu senhor morreu e ele ficou a ser um guerreiro sem emprego, um ronin (1). Embora a mulher vendesse os tecidos, o dinheiro não chegava. Não viviam na pobreza, mas já não podiam manter o mesmo estatuto. Cheio de vergonha, o samurai desesperava-se. Um belo dia embalou os seus haveres e pôs os sabres à cintura.
— Vou-me embora — disse ele à mulher. — Isto não é vida para um homem como eu! Não suporto esta desonra. Arranja outro marido, que eu vou procurar a sorte noutras paragens.
Lavada em lágrimas a mulher suplicou:
— Peço-te que não me abandones. Hei-de tecer ainda mais e vender cada vez mais!
Mas o samurai tinha o coração fechado. A mulher chorava, com os LONGOS CABELOS negros a flutuar sobre os ombros, mas ele apertou as sandálias, montou o cavalo e partiu sem olhar para trás.
Foi até uma cidade longínqua, onde por fim entrou ao serviço de um novo senhor. Graças às suas qualidades, rapidamente se fez notado e em pouco tempo passou a ser um dos mais próximos servidores do amo. Ora, este tinha uma filha, mimada e egoísta. “Se casar com ela, pensou o samurai, está feita a minha fortuna”. Assim, levado pelo interesse, fez-lhe a corte e soube cair-lhe em graça. O casamento foi motivo de grandes festas. Depois tudo voltou ao normal, como dantes. A nova mulher passava o tempo diante do espelho, a depilar as sobrancelhas e a provar inúmeros vestidos de alto preço, enquanto o samurai servia o senhor e se cobria de glória nos campos de batalha, graças ao sabre, à lança e ao arco. […] De pé, na rua, ao lado dos carregadores, irritava-se com a vaidade e a futilidade das suas ocupações. E não encontrava alegria naquela vida de rico com que tanto sonhara. Vinha-lhe cada vez mais à lembrança a sua primeira mulher. De noite, via o seu lindo rosto, os olhos meigos a brilhar de afecto por ele, os seus LONGOS CABELOS pretos caídos sobre os ombros. Ouvia o bater do tear onde ela tecia os maravilhosos tecidos. Estendia para ela os braços e acordava destroçado, sentindo um enorme tédio por tudo aquilo que o rodeava. […] Totalmente consciente desse facto, decidiu abandonar aquela existência artificial, voltar para a verdadeira mulher e pedir-lhe perdão.

Uma noite, montou o cavalo e tomou o caminho de Quioto. Após vários dias de viagem, chegou à cidade um pouco antes da meia- noite. Meteu por ruas escuras, desertas como túmulos e, com o coração a palpitar, dirigiu-se para a sua antiga morada. Entrou no pátio. As ervas estavam altas. À luz do luar, verificou que o papel de parede estava rasgado nalguns sítios. “Sim, disse a si mesmo, a vida não foi fácil para ela, mas agora que regressei, vou remediar tudo. Sim, tudo irá correr bem”.
Prendeu o cavalo, subiu os degraus, descalçou as sandálias, empurrou a porta e entrou. Percorreu as divisões da casa, e depois ouviu o bater regular do tear. O coração do samurai deu um pulo. Abriu uma última porta. A sua mulher estava sentada diante do grande tear, vestida com um vestido remendado, os belos CABELOS NEGROS CAIDOS EM CASCATA SOBRE OS OMBROS E AS COSTAS. Voltou-se e viu-o. Um sorriso luminoso iluminou o seu belo rosto pálido. Correu para o marido que a tomou logo nos seus braços. […]

Havia bolor em tudo, no papel rasgado das paredes e nas traves caídas. No chão de madeira carcomida cresciam ervas. Via-se no meio da sala um tear partido. Ao lado estava a mulher deitada, de costas para ele, os seus finos ombros envoltos num quimono remendado, os LONGOS CABELOS CAIDOS PELAS COSTAS ATE O CHAO. Segurando-a pelos ombros, virou-a para si e… foi apenas um esqueleto o que viu. Há muito, muito tempo que a sua querida mulher tinha morrido de desgosto, de solidão e de saudade.

Rafe Martin « Les cheveux noirs » in 10 contes du Japon Paris, Castor poche Flammarion, 2000
(Tradução e adaptação)
(1) Ser ronin consistia em viver peregrinando, ocupando-se de pequenos serviços, normalmente em troca da refeição do dia e da prática das artes samurai.

Responder para: Ruwan

 
  Nome: Shirato Em: 25/11/2013 | 11:38:15 E-mail: - shiratowatanabe@dec.com
Comentários:
Na Era Heian (794-1185 d.C.) AS MULHERES JAPONESAS não cortavam os cabelos: eram usados LONGUISSIMOS, lisos, soltos sobre as costas ou simplesmente amarrados um pouco abaixo da altura do pescoço, freqüentemente com as pontas arrastando no chão sobre a cauda do jûni-hitoe.

Responder para: Shirato

 
  Nome: Akiye Em: 17/10/2013 | 10:40:41 E-mail: - Akiyemassako@mori.com
Comentários:
Kwannon — Divindade japonesa do amor, do perdão e da paz.

Responder para: Akiye

 
  Nome: Renata Em: 28/08/2013 | 20:20:33 E-mail: - renatsbrandini@gmail.com
Comentários:
Huangluo: a vila de mulheres com cabelos de quase 2 metros de comprimento
Na vila chinesa, o cabelo é um dos bens mais preciosos que uma moradora poderia ter.
Por Ráisa Guerra em 26/07/2012

Para esta cultura, grandes cabelos trazem prosperidade.
O que as mulheres da etnia Yao, que vivem na vila Huangluo, na China, têm de especial? Segundo o Guinness World Records, a resposta seria as longas MADEIXAS que cada uma delas exibe. A média entre as 120 representantes femininas desta vila é de 1,7 metro de comprimento de cabelo — sendo a maior cabeleira registrada com mais de 2,1 metros.
Como é possível notar, para estas chinesas, o cabelo é o bem mais precioso que elas possuem. E o motivo que as levam a deixar a madeixas tão longas é simples: segundo a cultura dessa etnia, quanto maior o cabelo, mais longevidade, saúde e prosperidade. Esta crença acabou se tornando um dos principais atrativos da vila de Huangluo — local que também atrai turistas pela beleza natural que oferece em seus arredores.

Cortar o cabelo? Apenas uma vez em toda a vida
Aos 16 anos, as mulheres de Huangluo possuem a autorização de cortar seus cabelos. Segundo a tradição, este é o momento em que elas devem procurar um parceiro e, por isso, cortam os cabelos, passam para as avós e estas montam um penteado ornamental — que é guardado para dar ao futuro noivo.

Mesmo quando é cortado, o cabelo não é jogado fora (Fonte da imagem: Reprodução/Oddity Central)
Depois de todo esse processo, a peça de cabelo também será usada pela mulher para complementar o penteado de cada dia. Além de trazer boas vibrações para as mulheres, os longos cabelos também são usados como status. De acordo com o penteado que cada uma usa, é possível saber se elas são casadas, possuem filhos ou se estão atrás de um amor.

Apenas esposo e filhos podiam ver os cabelos de cada mulher
Até a década de 80, a tradição de Huangluo era rigorosa quanto às madeixas de suas moradoras. Apenas o esposo e os filhos poderiam ver o cabelo solto de uma mulher — que precisava escondê-lo com um lenço na maior parte do tempo.

Lavar um cabelo com mais de 1 metro não deve ser algo muito fácil...

Responder para: Renata

 
  Nome: Hana Em: 14/06/2013 | 08:43:26 E-mail: - hananyoshida@yahoo.com
Comentários:
Esposa, a mulher samurai
As crônicas de guerra, como o 'Azuma Kagami', contam-nos que esposas de samurais lutavam na defesa de seus lares, empunhando alabarda, atirando com arco ou até acompanhando seus maridos nos campos de batalha. Essas mulheres demonstravam muita coragem ao enfrentarem o perigo sem medo.

Sem perder a feminilidade essas esposas, cuidavam de sua aparência vestiam-se com esmero; gostavam de manter a pele clara, usando batom e pintando os dentes de preto (tingir os dentes de preto era hábito de toda mulher casada), tiravam a sobrancelha e cuidavam com muito carinho dos longos cabelos escuros.

Responder para: Hana

 

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