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Em Aramaico, Deus meu Deus, por que me abandonaste


ARAMAICO

Falado em:

Arménia, Azerbeijão, Índia (sob Ashoka o Grande), Irão, Iraque; Israel; Territórios palestinianos; Geórgia; Líbano; Rússia; Síria; Turquia.

O aramaico foi, possivelmente, a língua falada por Jesus e ainda hoje é a língua materna de algumas pequenas comunidades no Oriente Médio, especialmente no interior da Síria; e sua longevidade se deve ao fato de ser escrito e falado pelos aldeões cristãos que durante milênios habitavam as cidades ao norte de Damasco, capital da Síria, entre elas reconhecidamente os vilarejos de Maalula e Yabrud, esse último "onde Jesus Cristo hospedou-se por 3 dias" além dessas outras aldeias da Mesopotâmia reconhecidamente católicas por onde Cristo passou, como Tur'Abdin ao sul da Turquia, fizeram com que o aramaico chegasse intacto até os dias de hoje.

FORMA ESCRITA EM ARAMAICO, DAS PALAVRAS DITAS POR JESUS:

"E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27 : 46)

ELI, ELI L’MANA SABACHTÂNI





(Pronúncia correta) E-LEE E-LEE L-MAA-NAA SAA-BAACH-TAA-NEE (My God, my God, why have you forsaken me). Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste

Fonte:
Wikipedia

Postado em: 01/11/2008 | 13:48:42

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Comentários
  Nome: Guilherme Em: 13/02/2014 | 16:25:09 E-mail: - guilhermfreitas@shef.com
Comentários:
PREGAÇÕES PÚBLICAS DE JESUS
Jesus pregava nas ruas. (Lucas 13.2)
Praças. (Marcos 1.15)
Montes. (Mateus 8.1-6)
Casas. (Mateus 9.9-13)
Margens do rio. (Mateus 19 e Lucas 14.1-5)
Praia. (Mateus 14.13-21, Lucas 9.10 e João 6.1-14)
Num barco. (Lucas 5.1-11)

Responder para: Guilherme

 
  Nome: Veronica Em: 01/11/2013 | 15:07:48 E-mail: - verapinheirodi@bol.com
Comentários:
Cremos que devemos colocar nossa esperança no Reino de Deus que se completará com a volta de Cristo que virá em poder e glória, para julgar os vivos e os mortos.

Ele arrebatará a sua Igreja, que já vive no Reino de Deus. Aguardamos a vitória final de Deus, o fim deste tempo de lutas, a ressurreição dos mortos, o novo céu e a nova terra, onde o povo de Deus reinará com Cristo em justiça e perfeita paz para todo o sempre. I Tes. 4,15-17; Ap. 20,5-15; I Co. 15,53-37
Fonte: Doutrina Menonita

Responder para: Veronica

 
  Nome: Enrico Em: 19/07/2013 | 17:58:00 E-mail: -
Comentários:
Segundo alguns comentários bíblicos, o mais eloqüente discurso de Cristo encontra-se em Lucas 17:32 e consta apenas de seis palavras: “Lembrai-vos da mulher de Ló.”

Responder para: Enrico

 
  Nome: Jarbas Em: 26/06/2013 | 11:37:19 E-mail: - jarbasdesartin@uol.com
Comentários:
A cruz não podia ser colocada sobre nenhum cidadão romano. Esse castigo era reservado para os escravos, criminosos e estrangeiros.

Acredita-se que esse tipo de morte foi introduzido na Palestina por Antíoco Epifânio, pelo ano de 165 AC. (Bible Dictionary, vol. 8, pág. 236).

Responder para: Jarbas

 
  Nome: Natalia Em: 27/05/2013 | 12:20:17 E-mail: - natalipassini@gmail.con
Comentários:
[...]«Formou o homem do pó da terra» se refere ao corpo do homem; «soprou em seu nariz o fôlego de vida» se refere ao espírito do homem ao vir de Deus; e «o homem se tornou uma alma vivente» se refere à alma do homem quando o corpo foi avivado pelo espírito e convertido em um homem vivo e consciente de si mesmo. Um homem completo é uma trindade: composto de espírito, alma e corpo. Segundo Gênesis 2:7, o homem foi feito de só dois elementos independentes, o corporal e o espiritual. Mas quando Deus pôs o espírito dentro da armação de terra se criou a alma. O espírito do homem, ao entrar em contato com o corpo morto, produziu a alma. O corpo separado do espírito estava morto, mas com o espírito, o homem recebeu a vida. O órgão assim vivificado foi chamado alma. [...]

[...]para sermos homem devemos possuir o que há na alma do homem. Todo homem natural possui este elemento e que o contém, porque a alma é a vida comum compartilhada por todos os homens naturais. Antes da regeneração, tudo o que forma parte da vida — seja o eu, a vida, a força, o poder, a decisão, o pensamento, a opinião, o amor, o sentimento — pertence à alma. Em outras palavras, a vida da alma é a vida que um homem herda ao nascer. Tudo o que esta vida possui e tudo o que possa chegar a ser se encontra no reino da alma. Se reconhecermos claramente o que é anímico, então nos será mais fácil reconhecer mais adiante o que é espiritual.[...]

Nenhum animal nem nenhum anjo podem sofrer o castigo do pecado em lugar do homem. É a natureza do homem a que peca, por isso é o homem que deve morrer. Só o humano pode expiar pelo humano. Mas como o pecado está em sua humanidade, a morte do homem não pode expiar por seu próprio pecado. O Senhor Jesus veio e assumiu a natureza do homem, para poder ser julgado em lugar da humanidade. Não corrompida pelo pecado, sua santa natureza humana pôde deste modo expiar pela humanidade pecadora por meio da morte. Morreu como substituto, sofreu todo o castigo do pecado e ofereceu sua vida como resgate por muitos.

Como conseqüência, todo aquele que crê nEle já não será julgado (Jo. 5:24). Quando o Verbo se fez carne, levava em si toda carne. Assim como a ação de um homem, Adão, representa a ação de toda a humanidade, a obra de um homem, Cristo, representa a obra de todos. Temos que ver quão completa é a obra de Cristo antes de poder compreender o que é a redenção. Por que o pecado de um homem, Adão, é julgado como o pecado de todos os homens passados e presentes? Adão é o cabeça da humanidade da qual vieram ao mundo todos os demais homens. De uma forma similar, a obediência de um homem, Cristo, faz-se justiça de muitos, passados e presentes, posto que Cristo constitui o cabeça de uma nova humanidade, originada por um novo nascimento.

Hebreus 7 pode ilustrar este ponto. Para demonstrar que o sacerdócio de Melquisedeque é maior que o sacerdócio do Levi, o escritor recorda a seus leitores que uma vez Abraão ofereceu dízimo a Melquisedeque e recebeu uma bênção dele e por isso se conclui que a bênção e a oferenda do dízimo de Abraão eram de Levi.

Como? Porque ele (Levi) ainda estava nos lombos de seu antepassado (Abraão) quando Melquisedeque o conheceu» (v. 10). Sabemos que Abraão engendrou a Isaac, Isaac a Jacob e Jacob a Levi. Levi era o bisneto do Abraão. Quando Abraão ofereceu o dízimo e recebeu uma bênção, Levi ainda não tinha nascido, nem sequer seu pai nem seu avô. Não obstante, a Bíblia considera que o dízimo e a bênção são de Levi. Posto que Abraão é inferior o Melquisedeque, Levi também é de menor importância que Melquisedeque.

Este fato pode ajudar-nos a compreender por que se interpreta o pecado de Adão como pecado de todos os homens e por que se considera a sentença feita sobre Cristo como sentença sobre todos. É simplesmente porque, quando Adão pecou, todos os homens estavam em seus lombos.

Da mesma maneira, quando Cristo foi julgado, todos os que serão regenerados estavam presentes em Cristo. Por isso se considera a sentença de Cristo como a sentença deles, e todos os que creram em Cristo já não serão julgados.

Como a humanidade tem que ser julgada, o Filho de Deus — o homem Jesus Cristo — sofreu em seu spírito, alma e corpo sobre a cruz pelos pecados do mundo.

Examinemos primeiro seus sofrimentos físicos. O homem peca por meio de seu corpo, e neste desfruta do prazer temporário do pecado. Em conseqüência, o corpo tem que ser o destinatário do castigo. Quem pode sondar os sofrimentos físicos do Senhor Jesus na cruz? Acaso os sofrimentos de Cristo no corpo não estão claramente preditos nos textos messiânicos? «Transpassaram-me as mãos e os pés» (Sl. 22:16). O profeta Zacarias chamou a atenção sobre «o que foi transpassado» (12:10). Suas mãos, seus pés, sua testa, seu flanco, seu coração, todos foram transpassados pelos homens, transpassados pela humanidade pecadora e transpassados para a humanidade pecadora.

Muitas foram suas feridas e muito lhe subiu a febre, porque com o peso de todo seu corpo pendurando na cruz sem nenhum apoio, seu sangue não podia circular livremente. Passou muita sede e por isso gritou: «A língua se me pega ao paladar.» «Como tinha sede me deram vinagre para beber» (Sl. 22:15; 69:21). As mãos têm que ser cravadas porque vão atrás do pecado.

A boca tem que sofrer porque sente prazer em pecar. Os pés têm que ser transpassados porque pecam à vontade. A testa tem que ser coroada com uma coroa de espinhos porque também quer pecar. Tudo o que o corpo humano tinha que sofrer se cumpriu em Seu corpo. Desta maneira sofreu fisicamente até a morte.

Estava em sua mão livrar-se destes sofrimentos, mas voluntariamente ofereceu seu corpo para suportar todas as insondáveis provações e dores sem acovardar-se nem um momento até que soube que «tudo estava consumado» (Jo. 19:28). Só então entregou seu espírito.

Não só seu corpo; sua alma também sofreu. A alma é o órgão da própria consciência. Antes de ser crucificado, deram a Cristo vinho misturado com mirra como calmante para mitigar a dor, mas Ele o rejeitou porque não estava disposto a aceitar nenhum sedativo mas sim a estar plenamente consciente do sofrimento. As almas humanas desfrutaram plenamente do prazer dos pecados; por conseguinte, Jesus ia suportar em sua alma a dor destes pecados. Preferiu beber a taça que Deus lhe deu do que a taça que anestesiaria sua consciência.

Que vergonhoso era o castigo da cruz! utilizava-se para executar os escravos fugidos. Um escravo não tinha propriedades nem direitos. Seu corpo pertencia a seu dono, e por conseguinte podia ser castigado com a cruz mais vergonhosa. O Senhor Jesus tomou o lugar de um escravo e foi crucificado.

Isaías o chamou «o servo», e Paulo disse que tomou a forma de um escravo. Sim, veio como um escravo para nos resgatar aos que estávamos sob a escravidão perpétua do pecado e de Satanás. Fomos escravos da paixão, do temperamento, dos costumes e do mundo. Estivemos a mercê do pecado. No entanto, Ele morreu por nossa escravidão e carregou com todo nosso opróbrio.

A Bíblia traz o relato de que os soldados retiraram a roupa do Senhor Jesus (Jo. 19:23). Estava quase nu quando o crucificaram. Esta é uma das vergonhas da cruz. O pecado nos tira nossa veste radiante e nos deixa nus.

Nosso Senhor foi despido diante de Pilatos e logo depois de novo no Calvário. Como reagiu sua santa alma diante de semelhante mau trato? Acaso não era um insulto à santidade de sua personalidade e uma vergonha? Quem pode sondar seus sentimentos naquele trágico momento?

Como todos os homens tinham desfrutado da glória aparente do pecado, o Salvador tinha que suportar a autêntica vergonha do pecado. «Verdadeiramente (Deus) cobriste-o de vergonha.... com que os teus inimigos, ó Senhor, têm difamado os passos do teu ungido.»; e até «suportou a cruz, desprezando a vergonha» (Sl. 89:45, 51; At. 12:2).

Ninguém poderá jamais constatar o muito que sofreu a alma do Salvador na cruz. Contemplamos frequentemente seus sofrimentos físicos, mas passamos por cima dos sentimentos de sua alma. Uma semana antes da Páscoa o ouviram dizer: «Agora a minha alma está perturbada» (Jo. 12:27). Isto assinala a cruz. No Jardim do Getsêmani o ouviram de novo dizer: «A minha alma está triste até a morte» (Mt. 26:38). Se não fosse por estas palavras quase não poderíamos pensar que sua alma tinha sofrido.

Isaías 53 menciona três vezes que sua alma foi oferecida pelo pecado, que sua alma sofreu e que derramou sua alma até a morte (vs. 10-12). Pois que Jesus suportou a maldição e a vergonha da cruz, quem crê nele já não será maldito nem envergonhado.

Seu espírito também sofreu terrivelmente. O espírito é a parte do homem que o equipa para comunicar-se intimamente com Deus. O Filho de Deus era santo, inocente, imaculado, separado do pecado. Seu espírito estava unido ao Espírito Santo em perfeita unidade. Nunca teve seu espírito um momento de perturbação nem de dúvida, porque sempre teve a presença de Deus com Ele. Jesus disse: «Não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou... E aquele que me enviou está comigo» (Jo. 8:16, 29). Por isso pôde orar: «Pai, graças te dou, porque me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves» (Jo. 11:41,42).

Enquanto pendurado na cruz — e se houve algum dia que o Filho de Deus necessitasse desesperadamente da presença de Deus deve ter sido esse dia — gritou: «meu Deus, Meu Deus, por que me desamparaste?» (Mt. 27:46). Seu espírito estava separado de Deus. Quão intensamente sentiu a solidão, o abandono, a separação! O Filho ainda estava cedendo, o Filho ainda estava obedecendo a vontade de Deus-Pai; sem dúvida, o Filho tinha sido abandonado: não por causa dEle, mas sim por causa de outros.

O pecado afeta muito profundamente o espírito e, por conseguinte, embora o Filho de Deus fosse santo, tinha que ser separado do Pai porque levava o pecado de outros. É certo que nos incontáveis dias da eternidade «eu e o Pai somos um» (Jo. 10:30). Inclusive durante sua estada na Terra continuou sendo assim, porque sua humanidade não podia ser uma causa de separação de Deus.

Só o pecado podia separá-los, embora esse pecado fosse de outros. Jesus sofreu esta separação espiritual por nós para que nosso espírito pudesse voltar para Deus.

Ao contemplar a morte de Lázaro, possivelmente Jesus estava pensando em sua própria morte próxima e por isso «estava profundamente comovido em espírito e preocupado» (Jo. 11:33).

Ao anunciar que seria traído e que morreria na cruz estava outra vez «inquieto em espírito» (Jo. 13:21). Isto nos explica porque, quando recebeu a sentença de Deus no Calvário, gritou: «meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?» Porque: «Penso em Deus, e gemo; medito, e meu espírito se deprime» (Mt. 27:46, citando os Sl. 22:1; Sl. 77:3). Foi privado do poderoso fortalecimento do Espírito Santo em seu espírito (Ef. 3:16) porque seu espírito havia sido arrancado do Espírito de Deus. Por isso suspirou: «Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram; o meu coração é como cera, derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força secou-se como um caco e a língua se me pega ao paladar; tu me puseste no pó da morte.» (Sl. 22:14,15).

Por um lado, o Espírito Santo de Deus o abandonou. Por outro, o espírito diabólico de Satanás o ridicularizou. Parece que o Salmo 22:11-13 se refere a esta fase: «Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem acuda. Muitos touros me cercam; fortes touros de Basã me rodeiam. Abrem contra mim sua boca, como um leão que despedaça e que ruge..»
Por um lado seu espírito suportou o abandono de Deus e por outro, resistiu ao escárnio do espírito diabólico. O espírito do homem se separou tanto de Deus, exaltando-se a si mesmo e seguindo o espírito diabólico, que o espírito do homem tem que ser quebrantado de tudo para que não possa continuar opondo-se a Deus e estando aliado com o inimigo. O Senhor Jesus se fez pecado por nós na cruz. Sua santa humanidade interior foi completamente aniquilada ao julgar Deus à humanidade ímpia.

Abandonado Por Deus, Cristo sofreu, pois, a mais amarga dor do pecado, suportando na escuridão a ira castigadora de Deus sobre o pecado sem o apoio do amor de Deus ou a luz de seu rosto. Ser abandonado por Deus é a conseqüência do pecado.
Agora nossa humanidade pecadora foi julgada totalmente porque foi julgada na humanidade sem pecado do Senhor Jesus. Nele, a humanidade santa conquistou sua vitória. Toda sentença sobre o corpo, a alma e o espírito dos pecadores foi lançada sobre Ele. Ele é nosso representante. Por fé estamos unidos a Ele. Sua morte é considerada como nossa morte, e sua sentença como nossa sentença. Nosso espírito, alma e corpo foram julgados e castigados nele. Seria o mesmo que se tivéssemos sido castigados em pessoa. «assim, agora não há nenhuma condenação para os queestão em Cristo Jesus» (Rm. 8:1).

Isto é o que Ele tem feito por nós e esta é agora nossa posição diante de Deus.

«Porque o que morreu está livre do pecado» (Rm. 6:7).

Nossa posição real é de que já morremos no Senhor Jesus, e agora só falta que o Espírito Santo transporte este fato para nossa experiência. A cruz é onde o pecador — seu espírito, alma e corpo — é julgado. É por meio da morte e da ressurreição do Senhor que o Espírito Santo de Deus pode nos transmitir a natureza de Deus. A cruz ostenta o julgamento do pecador, proclama a ausência de valor do pecador, crucifica o pecador e proporciona a vida do Senhor Jesus. Desde então, qualquer que aceitar a cruz nascerá de novo pelo Espírito Santo e receberá a vida do Senhor Jesus."

Fonte: O homem espiritual, Watchman Nee

Responder para: Natalia

 
  Nome: Rodrigo Em: 23/05/2013 | 16:58:16 E-mail: - rodrigotab.fer@globo.com
Comentários:
Nomes de Deus:
Jeová-Rafa: O Senhor que cura
Jeová-Nissi: O Senhor é a nossa bandeira
Jeová-Shalon: O Senhor é a paz
Jeová-Ra ah: O Senhor é meu pastor
Jeová-Tsidkenu: O Senhor é a nossa justiça
Jeová-Jireh: O Senhor provê
Jeová-Shammah: O Senhor está presente
Jeová-Samaote: O Senhor dos exércitos
Jeová-Elyon: O Senhor Altíssimo

Responder para: Rodrigo

 
  Nome: Simone Em: 20/05/2013 | 09:35:15 E-mail: - simonej.araujo@yahoo.com
Comentários:
Talento era uma moeda grega que valia o equivalente a uns mil e quinhentos dólares.

Judas vendeu Jesus por 30 moedas de prata, equivalentes a uns 20 dólares.

Responder para: Simone

 
  Nome: Fabio Em: 05/04/2013 | 10:50:18 E-mail: - fabiodmendes@hotmail.com
Comentários:
O tio e a tia de Jesus se tornaram "crentes" na sua pregação antes de sua crucificação. (Lucas 24:13:18, João19:25).

Responder para: Fabio

 
  Nome: Daniel Em: 02/01/2013 | 18:14:27 E-mail: - didiermfrco@terra.com
Comentários:
Algumas evidências de que Jesus não nasceu em dezembro: Leia o Evangelho de Lucas 2:8.

Dezembro é tempo de inverno, costuma chover e nevar na região da Palestina, consequentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite.
Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro.

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Provavelmente Jesus nasceu no começo do outono (setembro), quando acontecia a festa dos Tabernáculos, por isso os “hotéis” estavam lotados. (Lucas 2:7)

Fonte: portal do saber

Responder para: Daniel

 
  Nome: Andressa Em: 18/12/2012 | 11:35:09 E-mail: - andressalemosr@terra.com
Comentários:
Significado de Vitupério s.m. Ação ou efeito de vituperar.

Comportamento, discurso ou atitude que demonstra ou expõe alguém ao insulto.
Que possui a capacidade de ofender, de injuriar.
Ato vergonhoso, infame ou indigno,
Ato de repreender, de condenar ou de censurar alguém.
(Etm. do latim: vituperiu)

Responder para: Andressa

 

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